Domingo, 11 de Maio de 2008

Dicas da Semana #18

Carlos Paredes - Movimento Perpétuo (1971)

 

 

Na grande aventura que é conhecer a música portuguesa, deparo-me com o magnifico Carlos Paredes. Movimento Perpetuo é um álbum constituído por onze faixas que explicam o porquê de muita gente o conhecer como o homem dos mil dedos.

 

Artistas Semelhantes: José Afonso, António Variações

 

 

Esta semana sugiro-vos uma tripla sessão, e esta fica à responsabilidade do senhor Aronofsky. Ele não vos vai desapontar (pelo menos nunca me desapontou a mim). Ora então:

 

Pi (1998)

 

 

 

Requiem for a Dream - A Vida Não É Um Sonho (2000)

 

 

 

The Fountain – O Último Capítulo (2006)

 


publicado por Ângela às 00:00
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4 comentários:
De Lancelote a 12 de Maio de 2008 às 08:57
Corri este blog de fio à pavio e reconheço...no tema à que se dedicam são, sem sombra de dúvida, o blogfather. Parabéns!
As escolhas, aqui, são brilhantes, especilalmente (para mim) Pi e The fountain.

Paredes... perpétuo e eterno dedilhar que nos fica ao ouvido. Completar-se-ão 4 desde a sua morte no dia 23/07/2008.
Nascido a 16 de Fevereiro de 1925, Carlos Paredes cresceu numa família de músicos e aprendeu a tocar guitarra portuguesa com o seu pai, Artur, aos quatro anos, à revelia da sua que queria que aprendesse a tocar piano. O avô Gonçalo constituíu, também uma importante para o génio.

Mudou-se para Lisboa em 1934, com apenas nove anos, tendo concluído os estudos no Jardim-Escola João de Deus. Depois passou pelo liceu Passos Manuel e pelo Instituto Superior Técnico, sem chegar a terminar o curso
O início de uma longa carreira

O primeiro disco apareceu em 1957 - intitulado «Carlos Paredes» - seguindo-se uma série de bandas sonoras, até ao aparecimento do álbum «Guitarra Portuguesa», que contava com Fernando Alvim à viola.

Seguiram-se «Romance Nº 2», «Fantasia», «Porto Santo» e «Guitarra Portuguesa». O disco «Movimento Perpétuo» surgiu três anos depois, em 1971.

Chegou a estar preso durante a ditadura e durante e após o 25 de Abril tocou em vários pontos do país. No entanto só voltou a editar um disco em 1987. Antes, em 1975, Carlos Paredes toca em «É preciso um país» enquanto que o político Manuel Alegre recita poemas.

O fim da carreira

O músico e compositor conciliou a sua carreira musical com a actividade como administrativo no Hospital de S. José, em Lisboa, até à década de 90.

Em Dezembro de 1993 Carlos Paredes descobre que padece de uma mielopatia, uma doença que mais tarde o impediu de tocar guitarra.

Desde então, o génio da guitarra portuguesa encontrava-se internado na Fundação-Lar Nossa Senhora da Saúde, no bairro lisboeta de Campo de Ourique.

In "www.orostodachuva.blogs.sapo.pt" de 23/07/2004


Beijos e abraços


De Ângela a 12 de Maio de 2008 às 17:29
Obrigada :) **


De Loot a 13 de Maio de 2008 às 20:19
Adoro o trabalho de Aronofsky, mas ainda me falta ver o "Pi" quanto aos outros dois, são brilhantes.


De Ângela a 13 de Maio de 2008 às 20:47
Se tivesse que escolher, o Pi seria o meu segundo favorito, logo atrás do Fountain.
Beijo *


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